
A dança nasce da necessidade de se dizer o “indizível”, pois nada é mais revelador que o próprio gesto.
Portanto, ela promove a expressividade nos alunos e torna-se um meio de apoio educacional que desenvolve a técnica aplicada à correção, coordenação motora, reflexo, memorização, concentração, conscientização corporal, percepção rítmica, postura, flexibilidade, resistência, força muscular e também incentiva a sociabilização, apreciação e valorização das artes, fortalece a auto-estima, gera bem estar e combate o stress, melhora funções vitais como digestão, respiração e circulação, além de estimular a criatividade e colaborar para a discriminação de valores, julgamento, comunicação, cooperação, decisão e ação.
Entretém, de forma gostosa e lúdica a quem pratica, assim sendo, a dança é tão necessária para a formação do espírito da criança, jovem e adulto, como o bom alimento é indispensável ao seu desenvolvimento físico.
Uma técnica não direcionada, com professores desqualificados, pode causar problemas sérios, como traumatismos e degenerações articulares, causados pela má postura e utilização errada dos músculos.
Alguns pais levam suas filhas à primeira escola de dança encontrada na lista telefônica, sem ao menos assistir a uma aula ou conhecer a infra-estrutura da escola. Não se arrisque ao procurar uma escola pela questão financeira, pela publicidade ou localidade.
Participe, conheça o trabalho! Na pior das hipóteses, isso pode resultar em danos físicos devido a mal ensino e, no melhor dos casos, jovens alunos com verdadeiro potencial acabam entediados e querendo desistir.
Sendo assim, todo cuidado se faz necessário na escolha, pois indefesas, as crianças se tornam vítimas de deformações que, ao contrário de torná-las bailarinas, acabam impedindo-as de dançar, principalmente quando orientada por maus profissionais.
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